terça-feira, 20 de junho de 2017

Desafios de 60 minutos e cartões também para os treinadores: vêm aí propostas de alteração às Leis do Jogo

O International Board, o órgão responsável pelas regras do futebol, preparou um documento denominado Play Fair no qual propõe várias mudanças. Entre elas, está alteração do tempo de jogo, o qual propõe reduzir para 60 minutos úteis (duas partes de 30), parando o relógio quando o desafio estiver interrompido, tal como, por exemplo, acontece no futsal.

O documento, dado a conhecer este domingo na Rússia, onde está a realizar-se a Taça das Confederações, pretende cumprir três objetivos: melhorar o comportamento dos jogadores e aumentar o respeito; aumentar o tempo útil do jogo; desenvolver a justiça e a atratividade.

A FIFA, presidida por Gianni Infantino, que terá uma palavra a dizer, tem em conta a insatisfação dos adeptos, que só muito raramente conseguem ver um jogo com mais de uma hora de útil. O Rússia-Nova Zelândia, por exemplo, teve apenas 47 minutos de tempo útil.

«Muitas pessoas estão bastante frustradas, porque uma partida típica de 90 minutos tem menos de 60 minutos úteis. A nossa estratégia propõe medidas para reduzir o desperdício de tempo e acelerar o jogo», lê-se no
Play Fair.
O International Board dividiu as propostas em três categorias: as que podem ser implementadas imediatamente, as que estão prontas para testes; e as que precisam de ser discutidas.

Outras propostas:

— Que na marcação dos
penalties não seja possível fazer a recarga, fazendo com isso com que deixe de haver invasão da área no momento da marcação;

— Que seja permitido marcar um pontapé de baliza com a bola a rolar;

— Que seja possível mostrar cartões amarelos e vermelhos também aos treinadores;

— Que seja permitido que um jogador marque faltas, cantos ou pontapés de baliza para ele mesmo, sem que seja preciso a bola tocar noutro jogador para continuar em jogo.

Fonte: A Bola

quinta-feira, 15 de junho de 2017

UEFA promove Tiago Martins

Tiago Martins, da Associação de Futebol de Lisboa, foi promovido à 2.ª categoria de árbitros da UEFA, passando a integrar o grupo de Hugo Miguel e Carlos Xistra.

Na lista divulgada pelo organismo que tutela o futebol europeu, Artur Soares Dias e Jorge Sousa mantêm-se como árbitros de 1.ª categoria.

Segundo informou a Federação Portuguesa de Futebol, Fábio Veríssimo, Sérgio Piscarreta, João Capela, Luís Godinho e João Pinheiro permanecem no terceiro grupo.

Sílvia Domingos, árbitra da AF Setúbal, foi promovida à 2.ª categoria, sendo que Ana Aguiar, da AF Lisboa, permanece no 3.º grupo.

No futsal, Eduardo Coelho mantém-se como árbitro de Elite, enquanto Nuno Bogalho integra a 1.ª categoria. Miguel Castilho e Ruben Guerreiro encontram-se no 2.º grupo.

Fonte: A Bola


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Duarte Gomes escreve sobre as leis do jogo. Lei 13

Como sabem, os pontapés livres direto (LD) ou indireto (LI) são concedidos à equipa que sofra uma infração ou falta punida, por lei, como tal.

No caso dos livres indiretos, o sinal do árbitro é evidente: ele deve levantar - na vertical - um dos seus braços, para indicar a jogadores, técnicos e público que daquele pontapé não pode resultar um golo, através de remate direto à baliza adversária.

Ou seja, o braço no ar significa que a falta/infração deve recomeçar com LI.

O árbitro só o deve baixar quando a bola tocar num qualquer jogador ou sair do terreno.
Nota - Se, por distração, o árbitro esquecer-se de levantar o braço num LI e a bola entrar diretamente na baliza adversária, o golo não deve ser validado.

Esse "erro" do árbitro não legitima um golo que não devia ter ocorrido daquela forma. Nesse caso, o LI deve ser repetido.

Por outro lado, se o árbitro levantar o braço e o golo for obtido diretamente na baliza adversária, aí o jogo deve recomeçar com pontapé de baliza. Não conta na mesma, porque a bola tinha que tocar antes em alguém. É como se o remate fosse feito diretamente para lá da linha de baliza do adversário.

Se o LI for pontapeado para trás e a bola entrar diretamente na própria baliza, será assinalado pontapé de canto. O princípio é exatamente o mesmo.

Os postes, a barra, as bandeirolas de canto ou o árbitro não contam. Nos LI a bola tem que mesmo que tocar em jogadores.

Percebido?

Agora o local onde recomeçam os pontapés livre.
Por regra, é onde a falta/infração foi cometida. Mas há várias exceções. Deixamos aqui apenas duas delas:
  • O livres a favor da equipa que defende, dentro da sua área de baliza, pode ser marcado em qualquer ponto dessa área;
  • Os livres que resultem da saída, entrada ou reentrada de jogadores sem autorização do árbitro, recomeçam no local onde a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
Como referi, há mais exceções. Ficaram as mais relevantes.

Quanto à bola, ela tem que estar imóvel e, para entrar em jogo, deve mover-se claramente.
A exceção é quando o livre é favorável à equipa defensora, dentro da sua área: aí a bola só entra em jogo quando sair da área de penálti, para dentro do terreno de jogo.

Os adversários devem, nesse momento, estar todos a pelo menos 9.15m da bola (ou fora da área de penálti, na exceção anterior).

Agora duas curiosidades na marcação de pontapés livre:
  1. Um jogador pode executa-lo, levantando a bola para o colega, com um ou ambos os pés em simultâneo;
  2. Um jogador pode também jogar a bola contra um adversário para prosseguir a sua jogada, desde que essa ação não seja imprudente, negligente ou com força excessiva.

Agora, as infrações

Se, na execução de um livre, um adversário não estiver à distância regulamentar, o livre deve ser repetido (a menos que haja lugar à lei da vantagem).
O jogador deve ser advertido, se o árbitro considerar que esse ato foi deliberado, para retardar o recomeço de jogo.
Por outro lado, se um jogador quiser executar um livre rapidamente e um adversário entretanto o intercetar, a partida deve prosseguir.

Nota final

Se um jogador der um segundo toque após ter executado o pontapé livre, a sua equipa deve ser punida com LI no local onde cometeu a infração.
No entanto, se esse segundo toque for com a mão, a punição passa a ser livre direto ou então pontapé de penálti (caso ele seja um jogador defensor e o tenha feito dentro da sua área de penálti).

Ficou aqui o essencial da Lei 13.

Para a semana, falaremos de pontapés de penálti. Combinado?

Boa semana.

Se quiser ler sobre as outras leis poderá fazê-lo aqui:


quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fontelas Gomes integra comité de arbitragem da UEFA

O presidente do Conselho de Arbitragem da FPF foi nomeado para integrar o comité da UEFA. Fontelas Gomes revela que é o "reconhecimento" do trabalho que se faz na arbitragem portuguesa. 

                                          
                                

José Fontelas Gomes, Presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, foi esta quinta-feira nomeado para integrar o comité de arbitragem da UEFA.

A decisão foi tomada pelo Comité Executivo da UEFA, reunido em Cardiff, sendo que o dirigente mantém o cargo de presidente do CA da FPF.

Fontelas Gomes não esconde a satisfação e destaca o significado desta nomeação para arbitragem e o futebol português: “Esta nomeação para o Comité de Arbitragem da UEFA deixa-me naturalmente satisfeito, sobretudo pelo que representa para a arbitragem e para o futebol português”, revelou.

O presidente do CA realça ainda o papel da FPF e de toda a arbitragem: "Encaro este passo com enorme responsabilidade e como resultado do trabalho que todos nós – Federação, Conselho de Arbitragem e árbitros – temos feito em prol do setor. É também o reconhecimento do nosso empenho no desenvolvimento da arbitragem, de que é exemplo mais recente o trabalho que está a ser feito na introdução do vídeo-árbitro, área em que a FPF tem sido pioneira no Mundo", acrescentou.

Para finalizar, Fontelas Gomes sublinhou ainda que esta decisão é um reconhecimento do trabalho que se faz em Portugal: "Tal como acontece em outros setores, esta nomeação significa que a UEFA reconhece nos portugueses capacidade para contribuir para o desenvolvimento do futebol no espaço europeu", concluiu.

Fonte: FPF

APAF apresenta queixa contra diretor de comunicação do FC Porto

Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol reagiu através de comunicado à revelação de um alegado "esquema de corrupção" por parte de Francisco J. Marques.


A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) já reagiu às acusações de corrupção por parte de Francisco J. Marques, diretor de comunicação e informação do FC Porto, que divulgou o alegado conteúdo de uma suposta troca de e-mails entre o ex-árbitro Adão Mendes e Pedro Guerra, diretor de conteúdos da BTV, falando de um "esquema de corrupção de árbitros para favorecer o Benfica".

Fonte: O Jogo

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Final feminina com vídeo-árbitro

Futebol Fem. - Taça de Portugal Allianz 


                  

Sandra Bastos dirige o encontro decisivo entre Sporting CP e SC Braga. Fábio Veríssimo e Tiago Martins serão os vídeo-árbitros.

                                                   
A árbitra Sandra Bastos, da Associação de Futebol de Aveiro, irá dirigir o encontro decisivo da Taça de Portugal Allianz entre Sporting CP e SC Braga, agendado para domingo, às 17h15, no Estádio Nacional. A revelação foi feita esta quinta-feira pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol. 
A última vez que Sandra Bastos pisou o Jamor como árbitra principal foi em junho de 2014, na final disputada por CF Benfica e Ouriense (0-1). A juíza aveirense será auxiliada por Olga Almeida, da AF Viseu, e Vanessa Gomes, da AF Lisboa. A árbitra Teresa Oliveira, da AF Braga, desempenhará funções de quarto-árbitro.
Depois da final masculina, a Final da Taça de Portugal de Futebol Feminino Allianz será o segundo jogo decisivo de provas nacionais a recorrer oficialmente ao vídeo-árbitro. Para essa missão, o Conselho de Arbitragem escolheu os árbitros internacionais Fábio Veríssimo e Tiago Martins.

Fonte: FPF

terça-feira, 30 de maio de 2017

Hugo Miguel partilha a experiência de apitar a final da Taça de Portugal com apoio de vídeo-árbitro.

Hugo Miguel, árbitro que arbitrou a última edição da Taça de Portugal e primeira com recurso ao vídeo-árbitro, falou da experiência que teve com este meio que será usado na Liga na próxima época.


Veja o vídeo:




Fonte: FPF

sábado, 27 de maio de 2017

Árbitros da final comentam vídeo-árbitro

Taça de Portugal Placard 

                  
Hugo Miguel, árbitro do SL Benfica-Vitória SC, e os dois vídeo-árbitros, Jorge Sousa e Artur Soares Dias, comentam a introdução da nova tecnologia. 
                                                  
Jorge Sousa e Artur Soares Dias, árbitros da AF Porto, foram nomeados pelo Conselho de Arbitragem da FPF para o papel de vídeo-árbitros na estreia da tecnologia em modo "live", agendada para as 17h15 de domingo, no Estádio Nacional.

Hugo Miguel, da AF Lisboa, será o juiz de campo no SL Benfica-Vitória SC que determinará o vencedor da Taça de Portugal Placard.

Os três árbitros falaram à FPF 360 TV sobre a experiência para a qual treinam há vários dias na Cidade do Futebol, em Oeiras:



domingo, 21 de maio de 2017

Duarte Gomes escreve sobre as leis do jogo. Lei 12 (II)

Exploramos hoje a parte final da Lei 12, que como se recordarão, refere-se a faltas e incorreções.

Nela cabem as definições técnicas e disciplinares da maioria das questões que são sancionadas no futebol.

Hoje olharemos, em particular, para aspetos de ordem disciplinar.

Primeira pergunta: os cartões servem para quê?

Bem, o amarelo para comunicar uma advertência (uma espécie de primeiro aviso ao jogador e à sua equipa) e o vermelho para informar que haverá expulsão.

Para que conste, apenas jogadores efetivos, substituídos ou suplentes podem "ver" cartões. Os técnicos não (recebem ordem de expulsão se tiverem claro comportamento irresponsável).

O poder disciplinar do árbitro começa desde que entra no terreno de jogo (para a sua inspeção inicial, antes do início da partida) até ao momento em que o abandona (após o apito final).

Se um qualquer jogador cometer uma ação passível de expulsão no momento em que o árbitro estiver a vistoriar as condições do terreno (por exemplo, se o ofender ou insultar), o árbitro deve impedi-lo de participar na partida (aí não mostra cartão, obviamente). É, digamos, um poder exercido pela autoridade que as leis de jogo lhe conferem. Aliás, desde que entra nas instalações até que as abandone, pode agir disciplinarmente em casos que justifiquem ação direta ou mera menção no seu relatório de jogo.

Falemos agora da lei da vantagem.

Sempre que o árbitro a conceda e a infração tenha sido passível de advertência ou expulsão, o respetivo cartão será exibido na interrupção seguinte.

No entanto, a lei sugere (quase impõe) que a vantagem não deve ser aplicada em casos de falta grosseira ou conduta violenta (vermelho) ou em lances que originem uma segunda advertência, a menos que se trate de uma clara oportunidade de golo.

Todavia e neste caso, se o infrator que tiver de ser expulso, disputar entretanto a bola ou interferir com um adversário, o árbitro deve interrompido de imediato o jogo. A partida recomeçaria então com livre indireto.

Agarrão "continuado"

Se um defensor começar a agarrar um adversário fora da sua área mas só o largar dentro, será punido com pontapé de penálti. Esta é a única exceção à regra, uma vez que todos os lances desta natureza devem ser punidos no início da ação.

Infrações passíveis de advertência (amarelo):
  • Retardar o recomeço de jogo; manifestar desacordo por palavras ou atos; entrar/reentrar deliberadamente ou sair do terreno de jogo sem autorização ou sair; não respeitar a distância nos pontapés de canto, nos livres ou lançamentos laterais; infringir com persistência; tornar-se culpado de comportamento anti-desportivo
Na questão do "comportamento anti-desportivo" cabem muitas situações.

Por exemplo, simular uma lesão ou fingir ser vítima de uma falta inexistente, cometer com negligência faltas passíveis de livre direto/penálti, cortar ataque prometedor do adversário, tentar marcar golo com a mão, etc.

Falemos agora de outro momento:

Celebração de golos

Os festejos são naturais e permitidos, desde não sejam excessivos ou que não conduzam a perdas deliberadas de tempo.

Ao celebrar um golo, um jogador será advertido se: trepar as vedações; fizer gestos provocatórios, inflamatórios ou de gozo; tirar a camisola ou cobrir a cabeça com ela; cobrir a cara com uma máscara ou algo parecido.

Outra nota agora:

Retardar recomeço jogo

Há várias formas de retardar intencionalmente o reinício de uma partida e todas são punidas com advertência.

Por exemplo, simular efetuar um lançamento lateral e de repente deixar a bola para um colega, demorar a sair do terreno numa substituição ou executar o livre num local errado para forçar o árbitro a ordenar a repetição, etc.

São muitas e requerem alguma inteligência (malandrice), mas os árbitros devem estar atentos e punir, com severidade, sem hesitar.

Falemos agora das infrações passíveis de expulsão
  • Impedir o adversário de marcar um golo ou anular clara oportunidade, tocando a bola com a mão;
  • Anular clara oportunidade de golo, cometendo sobre o adversário uma infração passível de livre direto ou penálti: aqui a exceção é quando a falta é cometida dentro da área e em que o defensor tente claramente jogar ou disputar a bola. Nesse caso, ele será apenas advertido, devido ao fim da chamada "tripla penalização".
  • Tornar-se culpado de falta grosseira (trata-se de qualquer infração que ponha em perigo a integridade física de um adversário ou que envolva o uso de força excessiva ou brutalidade);
  • Tornar-se culpado de conduta violenta (é a agressão pura e simples: dá-se quando um jogador usa ou tenta usar força excessiva ou brutalidade sobre qualquer pessoa, independentemente da bola estar ou não em jogo);
  • Usar linguagem ou gestos ofensivos, injuriosos ou grosseiros;
  • Receber segunda advertência no mesmo jogo.
Faltas cometidas lançando um objeto (ou a bola)

Se, com a bola em jogo, um jogador (ou suplente/substituído) atirar um objeto contra um adversário ou contra qualquer outra pessoa, o árbitro deve interromper a partida e adverti-lo (caso tenha cometido essa ação com negligência) ou expulsa-lo (se a praticou com força excessiva).

Como recomeça o jogo após qualquer falta ou incorreção?
  • Se o jogo estiver já interrompido, recomeçará obviamente em conformidade (com o respetivo pontapé de baliza, canto, etc).
  • Mas se a bola estiver em jogo e a infração for cometida no interior do terreno contra:
  1. Um adversário: com livre indireto, direto ou penalti (consoante a infração);
  2. Um colega, suplente, substituído, árbitro ou elemento oficial,com livre direto ou penálti;
  3. Outra qualquer pessoa, com bola ao solo.
Agora outra variável da lei:

Infrações com a bola em jogo, em que o infrator comete a falta fora do terreno de jogo:
  • Se ele já estiver fora do terreno nesse momento, a partida deve recomeçar com bola ao solo;
  • Se o jogador sair deliberadamente do terreno para cometer a infração, é punido com livre indireto no local onde a bola se encontrava no momento da interrupção.
No entanto, se por ação de uma jogada disputada entre dois atletas e junto a uma linha, um jogador sair do terreno de jogo momentaneamente e aí cometer infração, será punido com livre direto, indireto ou penalti - conforme a gravidade da falta - sobre a linha mais próxima onde a infração foi efetuada.

Poderá também ser punido com pontapé de penálti (se essa infração era passível de ser punida desse modo e for cometida no exterior do terreno, mas já em zona enquadrada com a área de penálti).

Quase a terminar. Notas finais:
  • Se um jogador atirar um objeto contra um adversário que esteja no terreno, será punido com livre direto ou penálti (depende do local em que o objeto atingiu ou atingiria o adversário).
  • Mas recomeçará com pontapé livre indireto se um jogador, dentro do terreno, atirar um objeto contra qualquer pessoa que esteja no seu exterior.
  • Também recomeçará com livre indireto se um suplente ou substituído lançar objeto contra um adversário que esteja dentro do terreno.
E fim de história.

Como referimos, a Lei 12 é extensa e complexa. Merece, de facto, cuidado muito especial.
Daqui nascem as sanções (técnicas e disciplinares) que regem todo o jogo. E isso não pode ser tomado de ânimo leve por árbitros, jogadores, treinadores, adeptos e universo do futebol em geral.

Se quiser ler sobre as outras leis poderá fazê-lo aqui:



Fonte: Expresso

Olho de falcão volta a contradizer a marca num ponto de Ténis importante e relança debate. Como será no futebol?

O encontro entre Novak Djokovic e Roberto Bautista Agut, em ténis, ganho pelo sérvio, número dois mundial, por 6-4 e 6-4, ficou marcado por mais um momento em que a avaliação que o árbitro fez da marca deixada pela bola na terra batida foi desmentida… pelo olho de falcão, que é utilizado apenas oficiosamente na superfície.

No nono jogo do segundo set, com o resultado em 4-4 40-30, Djokovic disparou uma bola para perto da linha, que o árbitro entendeu ter sido dentro, mas que o olho de falcão garantiu ter sido fora, o que daria o jogo a Bautista Agut. A verdade é que o espanhol não só não fechou o jogo de serviço nesse momento, como acabou quebrado e perdeu o encontro minutos depois.

Este momento gerou o habitual debate nas redes sociais, entre os mais acérrimos fãs do olho de falcão, mesmo na terra batida, onde a marca costuma predominar.

Um debato que pode e deve ser alargado ao futebol.

Fonte: Bola amarela

sábado, 20 de maio de 2017

Bundesliga vai ter a primeira árbitra

A Federação alemã de futebol (DFB) revelou que a árbitro Bibiana Steinhaus, de 38 anos, subiu ao primeiro escalão do futebol alemão.
Esta decisão significa que a partir da próxima época será a primeira arbitra a apitar jogos da Bundesliga.

«O meu sonho foi sempre apitar os jogos do futebol profissional. Naturalmente que fico cheia de alegria que esse sonho vá ser realidade», afirmou Steinhaus, em declarações à
DFB.

Fonte: A Bola

Mergulhos para a "piscina" podem valer suspensões em 2017/18

Federação anuncia possíveis sanções aos batoteiros

Em busca de um futebol mais limpo e justo, a Federação Inglesa anunciou esta quinta-feira que, a partir da temporada 2017/18, os jogadores que tentarem enganar os árbitros, com os chamados mergulhos para a "piscina", vão ser alvo de processos e podem inclusivamente ser suspensos pelas autoridades futebolísticas inglesas.

Para este efeito, a FA vai criar um comité, composto por um antigo árbitro, antigo jogador e antigo treinador, que todas as segundas-feiras irá analisar as incidências dos jogos do fim de semana, procurando detetar alguma tentativa de enganar o árbitro. Ainda assim, refira-se que em causa estão apenas lances que levem à expulsão do adversário ou originem penáltis.

A aplicação da suspensão, que será equivalente à aplicado por um cartão vermelho, só será decretada sempre que os três elementos do comité estejam de acordo.

Fonte: Record

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Federação anuncia lançamento do cartão branco

Novo cartão vai premiar atitudes eticamente corretas durante os jogos. A estreia está marcada para junho, no torneio Interassociações sub-14 Lopes da Silva.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou esta terça-feira a introdução do cartão branco, que irá premiar atitudes eticamente corretas durante os jogos.

A medida será aplicada não só a jogadores e técnicos, mas também aos adeptos. A estreia do novo cartão está marcada para junho, no torneio Interassociações sub-14 Lopes da Silva. O objetivo da FPF passa por alargar a utilização do cartão branco a todas as competições de formação.
O presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, José Fontelas Gomes, considera a implementação do cartão branco "uma medida especial, que pode ter um impacto muito positivo no futebol nacional".

Fonte: Record




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Fábio Veríssimo dirige meia-final do Europeu de sub-17

Árbitro português no Turquia-Inglaterra

O árbitro internacional português Fábio Veríssimo foi nomeado pela UEFA para dirigir na passada terça-feira o jogo Turquia-Inglaterra, das meias-finais do Euro2017 de sub-17, a decorrer na Croácia, anunciou este domingo a federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Esta foi a quinta vez que Fábio Veríssimo entrou em ação no Euro2017 de sub-17, depois de ter sido o árbitro principal nos jogos Croácia-Itália, República da Irlanda-Bósnia-Herzegovina e República da Irlanda-Alemanha e de ter sido eleito 4.º árbitro no encontro Alemanha-Holanda, dos quartos de final.


Ainda antes da partida para a Croácia, Fábio Veríssimo, em entrevista publicada no sítio da FPF, sublinhava que a sua nomeação para integrar o quadro de árbitros do Europeu2017 de sub-17 era o "reconhecimento do valor da arbitragem nacional".

Fonte: Record


Jogadores presos por agredir árbitro

Acórdão transitou em julgado. Dois adeptos também na cadeia.

Dois jogadores e dois adeptos do Clube Desportivo de Sobrado, equipa do concelho de Valongo, vão cumprir penas de prisão por terem espancado um árbitro auxiliar num jogo disputado em 2011 com o Atlético de Rio Tinto. O acórdão condenatório transitou em julgado e foram emitidos mandados de detenção.

Marco Bessa, então atleta do Sobrado - emblema que atualmente compete na Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto -, apanhou quatro anos e seis meses de cadeia. O colega Bruno Marrafeiro levou três anos e cinco meses. Dois irmãos, adeptos do clube, Carlos e Leonel Carneiro, cumprirão três anos e dois meses cada.

Também condenados foram o então presidente do clube, Nuno Bessa, em pena suspensa de dois anos - ficando igualmente proibido de frequentar recintos desportivos -, um outro dirigente, punido com multa, e o massagista, que terá agora de fazer trabalho comunitário.

Segundo ficou provado, tudo aconteceu a 20 de novembro de 2011. Aos 85 minutos daquela partida a contar para a 1ª Divisão Distrital da AF Porto, Fernando Pinto invalidou um golo à equipa do Sobrado, quando o resultado estava 2-2. Seguiram-se ameaças, insultos e violência, que teve o ponto máximo a seguir ao apito final.

O árbitro auxiliar foi agredido "de forma incessante com socos e pontapés primordialmente na cabeça", o que originou a perda de consciência durante cerca de 20 minutos. Esteve internado durante várias semanas no Hospital de S. João, no Porto.

Fonte: Correio da manhã